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  • por Rodrigo Enge
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Larry Bird entrega o cargo de presidente do Indiana Pacers

Larry Bird foi presidente do Pacers durante quase 4 anos (Imagem: Ron Hoskins / Getty Images)

Larry Bird foi presidente do Pacers durante quase 4 anos (Imagem: Ron Hoskins / Getty Images)

Apenas cinco dias após o Indiana Pacers ser varrido pelo Cleveland Cavaliers na primeira rodada dos Playoffs 2017, o presidente da franquia pediu as contas. Segundo o jornalista Adrian Wojnarowski, Larry Bird entregou hoje o cargo que ocupava pela segunda vez desde junho de 2013.

Larry Bird deseja se tornar consultor

O contrato de Larry Bird com o Pacers termina ao final desta temporada, mas o executivo nem quis discutir uma eventual renovação. Sua intenção é continuar trabalhando para a franquia como consultor.




Bird já foi técnico do Pacers e presidiu a franquia entre 2003 e 2012, ano em que recebeu o prêmio de Executive of the Year.

A possibilidade de que seja convidado para ocupar a presidência de outras franquias não está descartada. O Orlando Magic, por exemplo, está reformulando sua mesa diretiva e poderia se interessar pelos serviços de Bird.

Decisões importantes à vista

Kevin Pritchard, que exercia o cargo de general manager, será promovido a presidente de operações de basquete do Pacers. Caberá a ele tomar a decisão mais importante na história recente da franquia.

Paul George é o melhor jogador que vestiu a camisa do Pacers desde a aposentadoria de Reggie Miller, em 2005. Seu contrato terminará em julho de 2018 e o jogador já deu vários sinais de que não pretende permanecer em Indianápolis.

O ala é californiano, cresceu na região metropolitana de Los Angeles e já teria confidenciado a amigos que gostaria de defender o Los Angeles Lakers, time pelo qual torcia na infância. Paul George comprou uma casa em L.A. em 2016.

Portanto, se o Pacers não negociar George antes do fim do seu contrato poderá perder sua maior estrela sem receber nada em troca.

Pritchard terá que decidir se negociará o jogador e, em caso positivo, mostrar competência para obter a melhor negociação possível.

A troca realizada pelo Sacramento Kings em fevereiro, enviando DeMarcus Cousins para New Orleans, mostra que ter em mãos um ativo valioso nem sempre garante a realização de um bom negócio.

 

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